quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Até nos Estados Unidos é assim, porque não no Brasil?
Proposta do iReport é publicar notícias sem edição
Site da CNN não filtra colaborações de usuários e cria comunidade de colaboradores que define as notícias que vão para a TV
Apesar de ter dominado as mesas de discussão do seminário MediaOn, na semana passada, não é de hoje que se discute o jornalismo cidadão–aquele em que o leitor, ouvinte e espectador tem papel central na captação e distribuição de notícias. Mais precisamente desde 2003, quando o termo foi cunhado pelos norte- americanos Shayne Bowmane Chris Willis, do The American Press Institute. Também vem dos EUA o exemplo mais radical dessa prática, executado pela rede CNN comuma característica inédita: no iReport.com, não há qualquer filtro ou edição sobre o material postado por usuários.Lançado em fevereiro, o site evoluiu do modelo antes hospedado no CNN.com, um espaço em que internautas enviavam vídeos, fotos e textos como complementos a reportagens. Agora, o material enviado não apenas ajuda na apuração, mas define os assuntos a serem abordados nos noticiários mundiais da rede. A estrutura do jornalismo da CNN mudou: há repórteres, editores, produtores, chefes de reportagem e os internautas (ou iReporters). Há cerca de 15 mil contribuições de espectadores por mês– e boa parte delas é usada na televisão e ganha matarja“ onCNN”nosite. No Brasil, nenhum grande jornal ou portal se arriscou a tanto.A ousadia carrega riscos, como atrelar a credibilidade e a imagem da marca CNN a conteúdos que podem ser promocionais, chulos ou até conter ataques sem provas a determina da pessoa. De acordo com a produtora-sênior Lila King, responsável pelo iReport.com, a comunidade que se fornou em torno do site impede abusos e anomalias. “Há uma seleção natural. Material com outras intenções acaba indo para o fim da lista”,disse ao Link na sede brasileira da Turner, o conglomerado de mídia que controla aCNN.A moderação de conteúdo pela comunidade não é inovação da rede de televisão. Sites de compartilhamento de notícias, como o Digg, já usam o sistema desde 2004, quando ajudaram a forjar o termoweb 2.0. O ranking das notícias mais populares do dia, presente nos Diggs da vida, também foi adotado pela CNN com o nome de “Newsiest Now”. É uma das principais fontes de pautas da rede. “Monitoramos o dia inteiro os assuntos que os usuários estão comentando.Todos os dias há surpresas e reportagens que nunca sairiam da cabeça dos jornalistas da CNN”, afirma Lila. A pergunta aseguir, então,élógica: qualquer pessoa pode ser jornalista? “Não diria isso. Mas nós acreditamos que qualquer pessoa pode ajudar muito no processo de produção jornalística, reportando fatos que acontecem ao redor dela.” Nos EUA e em vários países, não é necessário se graduarem jornalismo para exercer a profissão, como ocorre no Brasil. A própria Lila King tem diplomas em filosofia e literatura comparada. Por isso, a CNN tem um tutorial online para “ensinar” técnicas jornalísticas a pessoas com outras formações, como gravação de vídeos, fotos e estilo de texto, além de dicas para identificar “uma boa história”. O resultado é digno das boas redações de jornal. Veio de um iReporter um furo de reportagem sobre o massacre da Universidade Virginia Tech, em 2007,quando o estudante Cho Seunghui matou 32 pessoas nos EUA. Um vídeo do momento do crime foi captado por celular e enviado à CNN, que veiculo una televisão. Dá para dizer, hoje, que a CNN tem o maior time de repórteres do mundo.
Richard Wright - Tecladista do Pink Floyd morre em Londres...
Entrou para a escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.
O único nascido em Londres entre os integrantes do Pink Floyd, Richard Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison nos Beatles e John Entwistle no The Who.
Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side of the Moon (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e participou na composição de cinco das dez músicas. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".
A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.
O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe (guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).
Quando os Floyd começaram a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.
Depois da saída do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.
O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.
Já em The Division Bell, Rick Wright voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.
Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".
Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentavam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.
Morreu em sua casa em Londres, em 15 de setembro de 2008, a informação foi revelada por um porta-voz do grupo, e em seguida, divulgada expressamente no web-site da banda. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer
Álbuns a solo de Richard Wright
Wet Dream (1978)
Identity - sob o nome Zee, (com Dave Harris) (1984)
Broken China (1996)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
XVII FESTIVAL INTERUNESP DE MPB...
O evento, que já se tornou tradicional dentro da UNESP, caminha para sua décima sétima edição. Assim, no ano de 2005, tivemos a presença de todas as demais universidades públicas do Estado de São Paulo – como partícipes, ensejando especialmente a contribuição de composições musicais de alunos, ex-alunos, docentes e servidores de todas as universidades envolvidas. O pioneirismo da UNESP de Ilha Solteira na realização dos Festivais anteriores, aliado à expressiva participação de outras unidades de nossa universidade, do público do município, da região e de outras universidades, respaldam novamente a proposta de um grande Festival Universitário englobando as demais universidades paulistas.
A cada edição o Festival Interunesp de MPB & Convidados vem superando as expectativas de participação tanto em número de músicas inscritas como em público. Nas últimas edições tivemos grandes shows com a presença de Tom Zé, Marcelo Nova, Velhas Virgens, Nando Reis, Kiko Zambianchi, Nação Zumbi, Cordel do Fogo Encantado, Mundo Livre S/A, Teatro Mágico, entre outros. Sendo assim, desejando manter o alto nível no "XVII Festival Interunesp de MPB & Convidados" contamos com as parcerias de empresas, institutos e governos.Enfim, temos por objetivos fomentar e induzir a produção musical do segmento universitário do Estado de São Paulo; criar oportunidade de divulgação da produção musical e de novos gêneros de composição; exercitar, na comunidade universitária, a criatividade de expressão em público, os mecanismos de organização e a responsabilidade coletiva dos partícipes; divulgar talentos emergentes e promover o surgimento de novos músicos; promover uma maior integração sócio-cultural entre as comunidades acadêmicas do Estado de São Paulo.
Esse ano vamos contar com a participação:
1º DIA ( Sexta-feira 12/09) -
Mombojó///Os Mutantes
2º DIA ( Sábado 13/09) - Móveis Coloniais de Acajú///Arnaldo Antunes
3º Dia ( Domingo 13/09) -
Ventania (tarde na prainha)
Los Hermanos Cover
Essas são as bandas noturnas!
No período da tarde ocorre o Woodstock na prainha onde bandas de estudantes tocam e vai até as 18:00.
As 19:00 começa o Festival onde estudantes tocam suas músicas próprias...
foram 24 músicas selecionadas...
12 são apresentadas na sexta e as restantes no sábado.
No domingo a final.
O site do nosso evento é esse http://www.feis.unesp.br/da/festival2008/
UM SER EM EBULIÇÃO...
Eu acredito que não é só isso,
É muito pouco, é muito pouco!
As pessoas não são como
Eram antigamente.
Havia sonho e atitude,
A gente se apaixonava sempre!
Se o chão foi minha cama ontem
É bem estranho se deliciar hoje em um colchão.
Há desamor e corrupção
Há mortes em vão.
A música bate em mim
Mas não sinto dor,
Eu canto o amor...
Pessoas vivem nas ruas.
Eu canto a união...
As guerras explodem.
Eu acredito que não é só isso,
É muito pouco, é muito pouco,
Eu acredito que não é só isso!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Banda Fábrica da Arte...
Além do repertório costumeiro e das músicas do novo CD, a banda fará uma homenagem ao irreverente compositor americano Frank Zappa, com a releitura de duas de suas músicas.Durante o show haverá projeção de imagens no palco, a cargo da artista plástica Fernanda Russo.
Realização: SESC Birigui
DIVULGUE! COMPAREÇA! PARTICIPE!
Até lá!Fábrica da Arte
Um país que cai de bunda e chora...
> Olimpíadas e constatar nossa colocação no quadro de medalhas. Comparar nosso
> país com os países que estão à nossa frente. Fico triste ao ver que na nossa
> seleção olímpica de futebol existem jogadores que ganham milhões e milhões
> de dólares, enquanto representantes do nosso judô choram e são humilhados
> por não ter dinheiro para pagar o exame de faixa preta.
> Fico irado ao ver o Galvão Bueno, nas transmissões da Globo, enaltecer
> delirantemente 'o gênio mágico' do 'fenômeno' Phelps, nadador
> norte-americano e não falar no mesmo tom do nosso nadador Cielo, este sim,
> um fenômeno. Fenômeno porque treinou seis horas por dia nos três últimos
> anos, numa cidade do interior dos EUA, sustentado pelos próprios pais e pela
> generosidade de alguns amigos, pois não recebe um auxílio oficial.
> Fico depressivo ao contemplar na TV nossas minguadas medalhas de bronze. E
> fico pensando que, de cada mega-sena e outras loterias oficiais, o governo
> paga apenas 30% do arrecado ao ganhador e propaga que os outros 70 % são
> destinados a isso ou aquilo, sem que a gente possa fiscalizar com nitidez
> essa aplicação.
> Estou por completar 66 anos. E desde pequenino tem sido assim. Lembro do
> Ademar Ferreira da Silva, nosso bicampeão olímpico do salto tríplice que foi
> competir tuberculoso! E jamais me sairá da mente o olhar de estupor de
> Diego Hipólito caindo de bunda no chão no final da sua apresentação, quando por
> infelicidade e questão de dois segundos deixou de subir ao pódio. E de suas
> lágrimas pedindo desculpas, quando ele não tem culpa de nada. Das lágrimas
> de outros atletas brasileiros dizendo que não deu. Pedindo desculpas aos
> familiares e ao povo.
>
> Meus Deus!
>
> Será que vou morrer vendo um povo que só chora e pede desculpas? Será que
> vou morrer num país que se estatela de bunda no chão, enquanto os políticos
> roubam descadaradamente e as CPI´s não dão em nada? Será que vou morrer
> num país que se contenta com o assistencialismo e o paternalismo oficiais, um
> povo que vende seu voto por bolsa-família e por receber um botijão de gás
> de esmola por mês?
>
>
> Até quando, meu Deus
Carlos Freitas

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